As falsas verdades de Serra, o “melhor” administrador e autor das “maiores” obras sociais
Em sua segunda campanha rumo à Presidência da República, já que foi derrotado de forma estrondosa em 2002 por Lula, mesmo estando “À SOMBRA” de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), José Serra usa e abusa de superlativos para dignificar seus feitos enquanto “bom” administrador. Em meio aos ataques a Dilma Roussef (PT), o tucano não se cansa de enaltecer seu histórico como sendo o “melhor” ministro da Saúde do País, o construtor das “maiores” obras enquanto foi prefeito de São Paulo, mesmo que por um período inferior a dois anos, pois mal esquentou a cadeira da Prefeitura, logo se candidatou e se elegeu governador do Estado, cargo no qual também faz questão de ressaltar ter sido um grande benfeitor.
Sem entrar no mérito de suas obras e dos benefícios proporcionados à população paulista, cabe questionar se os números apresentados em sua campanha eleitoral são coerentes. Será que os investimentos na área habitacional de São Paulo, principalmente nas favelas da capital (Paraisópolis e outras) vieram apenas dos governos estadual e municipal, ambos administrados pelo PSDB? É claro que não, todos devem saber que parte dos recursos utilizados nestas obras veio do Governo Federal (Lula), através do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Veja comentário e artigo do Estadão reproduzido no Blog Democracia & Política.
O pior é que nessa desengonçada campanha, José Serra, assim como outros políticos tucanos, têm creditado a si próprios a autoria de Leis e Programas que estão há muito tempo em vigor no Brasil. Vejam abaixo exemplos de paternidades assumidas agora na campanha por Serra:Seguro-Desemprego - Foi criado pelo decreto presidencial nº 2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. Sua regulamentação ocorreu em 30 de abril daquele ano, através do decreto nº 92.608, passando a ser concedido imediatamente aos trabalhadores.FAT – Foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto sobre o FAT (nº 2.250/1989), que foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados, na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez que o projeto de Jorge Uequed já havia sido aprovado.
Além disso, o candidato do PSDB tem afirmado que foi o melhor ministro da Saúde do País. Aí cabe perguntar: quem foi o pior, quem foi o segundo colocado e como se mede a competência de um ministro da Saúde?
Em seus programas eleitorais Serra também se esqueceu de mencionar sua atuação na Assembleia Nacional Constituinte, enquanto deputado federal no período 1987/1988. Segundo informações do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) José Serra votou contra os trabalhadores nas seguintes matérias:
a) Serra não votou pela redução da jornada de trabalho para 40 horas;
b) não votou pela garantia de aumento real do salário mínimo;
c) não votou pelo abono de férias de 1/3 do salário;
d) não votou para garantir 30 dias de aviso prévio;
e) não votou pelo aviso prévio proporcional;
f) não votou pela estabilidade do dirigente sindical;
g) não votou pelo direito de greve;
h) não votou pela licença paternidade;
i) não votou pela nacionalização das reservas minerais.
Em função desse fraco desempenho em prol dos trabalhadores, o Diap deu nota 3,75 para a atuação de Serra na Constituinte. Depois, em 1984, durante a Revisão Constitucional, o tucano, agora postulante à Presidência da República, apresentou a proposta nº 16.643, que permitia a proliferação de vários sindicatos por empresa, cabendo ao patrão decidir com qual Sindicato pretendia negociar. Felizmente, a atuação das Centrais Sindicais e dos partidos de oposição ao Governo do PSDB evitou a aprovação dessa matéria.
Os dados acima citados servem somente para refrescar a memória daqueles que não se recordam das agruras que, nós, brasileiros, passamos nos oito anos de mandato de FHC, marcados pelas privatizações de valiosas empresas estatais, congelamento salarial, dívidas colossais com o FMI (Fundo Monetário Internacional) e socorro bilionário a banqueiros quebrados, entre outros tantos feitos que colocaram o Brasil na berlinda.
Ainda há tempo para refletir sobre quem está falando a verdade.
Sem entrar no mérito de suas obras e dos benefícios proporcionados à população paulista, cabe questionar se os números apresentados em sua campanha eleitoral são coerentes. Será que os investimentos na área habitacional de São Paulo, principalmente nas favelas da capital (Paraisópolis e outras) vieram apenas dos governos estadual e municipal, ambos administrados pelo PSDB? É claro que não, todos devem saber que parte dos recursos utilizados nestas obras veio do Governo Federal (Lula), através do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Veja comentário e artigo do Estadão reproduzido no Blog Democracia & Política.
O pior é que nessa desengonçada campanha, José Serra, assim como outros políticos tucanos, têm creditado a si próprios a autoria de Leis e Programas que estão há muito tempo em vigor no Brasil. Vejam abaixo exemplos de paternidades assumidas agora na campanha por Serra:Seguro-Desemprego - Foi criado pelo decreto presidencial nº 2.284, de 10 de março de 1986, assinado pelo então presidente José Sarney. Sua regulamentação ocorreu em 30 de abril daquele ano, através do decreto nº 92.608, passando a ser concedido imediatamente aos trabalhadores.FAT – Foi criado pelo Projeto de Lei nº 991, de 1988, de autoria do deputado Jorge Uequed (PMDB-RS). Um ano depois Serra apresentou um projeto sobre o FAT (nº 2.250/1989), que foi considerado prejudicado pelo plenário da Câmara dos Deputados, na sessão de 13 de dezembro de 1989, uma vez que o projeto de Jorge Uequed já havia sido aprovado.
Além disso, o candidato do PSDB tem afirmado que foi o melhor ministro da Saúde do País. Aí cabe perguntar: quem foi o pior, quem foi o segundo colocado e como se mede a competência de um ministro da Saúde?
Em seus programas eleitorais Serra também se esqueceu de mencionar sua atuação na Assembleia Nacional Constituinte, enquanto deputado federal no período 1987/1988. Segundo informações do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) José Serra votou contra os trabalhadores nas seguintes matérias:
a) Serra não votou pela redução da jornada de trabalho para 40 horas;
b) não votou pela garantia de aumento real do salário mínimo;
c) não votou pelo abono de férias de 1/3 do salário;
d) não votou para garantir 30 dias de aviso prévio;
e) não votou pelo aviso prévio proporcional;
f) não votou pela estabilidade do dirigente sindical;
g) não votou pelo direito de greve;
h) não votou pela licença paternidade;
i) não votou pela nacionalização das reservas minerais.
Em função desse fraco desempenho em prol dos trabalhadores, o Diap deu nota 3,75 para a atuação de Serra na Constituinte. Depois, em 1984, durante a Revisão Constitucional, o tucano, agora postulante à Presidência da República, apresentou a proposta nº 16.643, que permitia a proliferação de vários sindicatos por empresa, cabendo ao patrão decidir com qual Sindicato pretendia negociar. Felizmente, a atuação das Centrais Sindicais e dos partidos de oposição ao Governo do PSDB evitou a aprovação dessa matéria.
Os dados acima citados servem somente para refrescar a memória daqueles que não se recordam das agruras que, nós, brasileiros, passamos nos oito anos de mandato de FHC, marcados pelas privatizações de valiosas empresas estatais, congelamento salarial, dívidas colossais com o FMI (Fundo Monetário Internacional) e socorro bilionário a banqueiros quebrados, entre outros tantos feitos que colocaram o Brasil na berlinda.
Ainda há tempo para refletir sobre quem está falando a verdade.
Fonte: adjcomunicacao.wordpress.com
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